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Será que temos livre-arbitrio ?
26-10-2013, 06:01 PM
Resposta: #1
Será que temos livre-arbitrio ?
***


Afinal de contas, não somos (nós) que decidimos no 1º segundo, aquilo que queremos ou que vamos fazer. Segundo este estudo, quando tomamos uma decisão ela na realidade já foi tomada cerca de 5 a 10 segundos antes pelo nosso cérebro. Assim não faz qualquer sentido pensar em livre-arbítrio, ou será que faz? Tendo em conta que a consciência faz parte do todo, mente e corpo, sim. Mas se considerar-mos a consciência como algo imaterial que não necessita de uma matriz física para existir, não. Assim não somos nem donos nem podemos ser responsabilizados pelos nossos actos voluntários. Isto certamente trará implicações futuras quanto à conduta humana. A ser verdade, nós não somos verdadeiramente nós, como sempre nos entendemos.

Nota: Apesar do texto ser extenso, aconselho a ter um pouco de paciência para o ler, pois pode mudar a nossa maneira de nos entender-mos.

Rui Coelho




UMA VISÃO CIENTIFICA DO LIVRE-ARBITRIO





Novas pesquisas sugerem que o que cremos ser escolhas conscientes são decisões automáticas tomadas pelo cérebro. O homem não seria, assim, mais do que um computador de carne
.



[Imagem: MENTE3.jpg]


Saber se os homens são capazes de fazer escolhas e eleger o seu caminho, ou se não passam de joguetes de alguma força misteriosa, tem sido há séculos um dos grandes temas da filosofia e da religião. De certa maneira, a primeira tese saiu vencedora no mundo moderno. Vivemos no mundo de Cássio, um dos personagens da tragédia Júlio César, de William Shakespeare. No começo da peça, o nobre Brutus teme que o povo aceite César como rei, o que poria fim à República, o regime adotado por Roma desde tempos imemoriais. Ele hesita, não sabe o que fazer. É quando Cássio procura induzi-lo à ação. Seu discurso contém a mais célebre defesa do livre-arbítrio encontrada nos livros. "Há momentos", diz ele, "em que os homens são donos de seu fado. Não é dos astros, caro Brutus, a culpa, mas de nós mesmos, se nos rebaixamos ao papel de instrumentos."

Como nem sempre é o caso com os temas filosóficos, a crença no livre-arbítrio tem reflexos bastante concretos no "mundo real". A maneira como a lei atribui responsabilidade às pessoas ou pune criminosos, por exemplo, depende da ideia de que somos livres para tomar decisões, e portanto devemos responder por elas. Mas a vitória do livre-arbítrio nunca foi completa. Nunca deixaram de existir aqueles que acreditam que o destino está escrito nas estrelas, é ditado por Deus, pelos instintos, ou pelos condicionamentos sociais. Recentemente, o exército dos deterministas – para usar uma palavra que os engloba – ganhou um reforço de peso: o dos neurocientistas. Eles são enfáticos: o livre-arbítrio não é mais que uma ilusão. E dizem isso munidos de um vasto arsenal de dados, colhidos por meio de testes que monitoram o cérebro em tempo real. O que muda se de fato for assim?

Mais rápido que o pensamento — Experimentos que vêm sendo realizados por cientistas há anos conseguiram mapear a existência de atividade cerebral antes que a pessoa tivesse consciência do que iria fazer. Ou seja, o cérebro já sabia o que seria feito, mas a pessoa ainda não. Seríamos como computadores de carne - e nossa consciência, não mais do que a tela do monitor. Um dos primeiros trabalhos que ajudaram a colocar o livre-arbítrio em suspensão foi realizado em 2008. O psicólogo Benjamin Libet, em um experimento hoje considerado clássico, mostrou que uma região do cérebro envolvida em coordenar a atividade motora apresentava atividade elétrica uma fração de segundos antes dos voluntários tomarem uma decisão – no caso, apertar um botão. Estudos posteriores corroboraram a tese de Libet, de que a atividade cerebral precede e determina uma escolha consciente.

Um deles foi publicado no periódico científico PLoS ONE, em junho de 2011, com resultados impactantes. O pesquisador Stefan Bode e sua equipe realizaram exames de ressonância magnética em 12 voluntários, todos entre 22 e 29 anos de idade. Assim como o experimento de Libet, a tarefa era apertar um botão, com a mão direita ou a esquerda. Resultado: os pesquisadores conseguiram prever qual seria a decisão tomada pelos voluntários sete segundos antes d eeles tomarem consciência do que faziam.

Nesses sete segundos entre o ato e a consciência dele, foi possível registrar atividade elétrica no córtex polo-frontal — área ainda pouco conhecida pela medicina, relacionada ao manejo de múltiplas tarefas. Em seguida, a atividade elétrica foi direcionada para o córtex parietal, uma região de integração sensorial. A pesquisa não foi a primeira a usar ressonância magnética para investigar o livre-arbítrio no cérebro. Nunca, no entanto, havia sido encontrada uma diferença tão grande entre a atividade cerebral e o ato consciente.

Patrick Haggard, pesquisador do Instituto de Neurociência Cognitiva e do Departamento de Psicologia da Universidade College London, na Inglaterra, cita experimentos que comprovam, segundo ele, que o sentimento de querer algo acontece após (e não antes) de uma atividade elétrica no cérebro.

"Neurocirurgiões usaram um eletrodo para estimular um determinado local da área motora do cérebro. Como consequência, o paciente manifestou em seguida o desejo de levantar a mão", disse Haggard em entrevista ao site de VEJA. "Isso evidencia que já existe atividade cerebral antes de qualquer decisão que a gente tome, seja ela motora ou sentimental."

O psicólogo Jonathan Haidt, da Universidade da Vírginia, nos Estados Unidos, demonstrou que grande parte dos julgamentos morais também é feito de maneira automática, com influência direta de fortes sentimentos associados a certo e errado. Não há racionalização. Segundo o pesquisador, certas escolhas morais – como a de rejeitar o incesto – foram selecionadas pela evolução, porque funcionou em diversas situações para evitar descendentes menos saudáveis pela expressão de genes recessivos. É algo inato e, por isso, comum e universal a todas as culturas. Para a neurociência, é mais um dos exemplos de como o cérebro traz à tona algo que aprendeu para conservar a espécie.


"Neurocirurgiões usaram um eletrodo para estimular um determinado local da área motora do cérebro. Como consequência, o paciente manifestou em seguida o desejo de levantar a mão", disse Haggard em entrevista ao site de VEJA. "Isso evidencia que já existe atividade cerebral antes de qualquer decisão que a gente tome, seja ela motora ou sentimental."

O psicólogo Jonathan Haidt, da Universidade da Vírginia, nos Estados Unidos, demonstrou que grande parte dos julgamentos morais também é feito de maneira automática, com influência direta de fortes sentimentos associados a certo e errado. Não há racionalização. Segundo o pesquisador, certas escolhas morais – como a de rejeitar o incesto – foram selecionadas pela evolução, porque funcionou em diversas situações para evitar descendentes menos saudáveis pela expressão de genes recessivos. É algo inato e, por isso, comum e universal a todas as culturas. Para a neurociência, é mais um dos exemplos de como o cérebro traz à tona algo que aprendeu para conservar a espécie.


A mente como produto do cérebro — Como o cérebro já se encarregou de decidir o que fazer – e o ato está feito —, é preciso contextualizar a situação. É aí que entra a nossa consciência. Ela também é um produto da atividade cerebral, que surge para dar coerência às nossas ações no mundo. O cérebro toma a decisão por conta própria e ainda convence seu 'dono' que o responsável foi ele.

Em outras palavras: quando você para, pensa e toma decisões pontuais, tem a sensação de que um eu consciente e racional, separado do cérebro, segura as rédeas de sua vida. Mas para cientistas como Michael Gazzaniga, coordenador do Centro para o Estudo da Mente da Universidade da Califórnia e um dos maiores expoentes da neurociência na atualidade, não existe essa diferenciação. Segundo ele, somos um só: o que é cérebro também é mente. A sensação de que existe um eu, que habita e controla o corpo, é apenas o resultado da atividade cerebral que nos engana. "Não há nenhum fantasma na máquina, nenhum material secreto que é você", diz Gazzaniga, que, em seu mais recente livro, Who’s in Charge – Free Will and the Science of the Brain (Quem está no comando – livre-arbítrio e a ciência do cérebro, sem edição
em português), esmiúça a mecânica cerebral das decisões.





Michio Kaku, um dos principais físicos da atualidade, explica o livre-arbítrio do ponto de vista da física
:




Segundo Gazzaniga, o cérebro humano fabula o tempo todo. A invenção de pequenas histórias para explicar nossas escolhas seria uma maneira sagaz de estruturar nossa experiência cotidiana. Essa estrutura narrativa, segundo Patrick Haggard, tem um significado importante na evolução humana.

"Criar histórias sobre as nossas ações pode ser útil para quando nos depararmos com situações similares no futuro. É assim que iremos decidir como agir, relembrando resultados anteriores", diz. Ou seja, funcionamos na base do acerto e do erro, e da cópia do comportamento de pessoas próximas – principalmente nossos familiares. "Por isso a educação das crianças é tão importante. É um momento em que o cérebro absorve uma grande carga de informações e está sendo moldado, criando parâmetros para saber como se portar, como viver em sociedade."





Steven Pinker, psicólogo da Universidade de Harvard e autor do livro Como a Mente Funciona, fala sobre o livre-arbítrio
:



Dúvidas — Em artigo publicado no periódico Advances in Cognitive Psychology, o pesquisador W. R. Klemm coloca em xeque a metodologia usada em diversos dos experimentos recentes da neurociência. Segundo Klemm, que é professor na Universidade do Texas e autor do livro Atoms of Mind. The 'Ghost in the Machine' Materializes (Átomos da mente. O fantasma da máquina se materializa, sem edição no Brasil) alguns estudos sugerem que não é possível medir com precisão o tempo entre o estímulo cerebral e o ato em si. O que poderia colocar abaixo toda a tese da turma de Gazzaniga.

O argumento principal do pesquisador, no entanto, recai sobre a generalização dos testes. "Não é porque algumas escolhas são feitas antes da consciência em uma tarefa, que temos a prova de que toda a vida mental é governada desta maneira", escreve no artigo. Klemm defende ainda a tese de que atividades mais complexas do que apertar um botão ou reconhecer uma imagem devem ser feitas de maneiras muito mais complexas. "Os experimentos feitos são muito limitados."

Ainda que as pesquisas estejam corretas, os próprios neurocientistas reconhecem que a ideia de um mundo sem livre-arbítrio provoca estranhamento. Eles se esforçam, sobretudo, para conciliar sua teoria com o problema da responsabilidade pessoal. "Mesmo que a gente viva em um universo determinista, devemos todos ser responsáveis por nossas ações", afirma Gazzaniga. "A estrutura social entraria em caos se a partir de hoje qualquer um pudesse matar ou roubar, com base no argumento simplista de 'meu cérebro mandou fazer isso'."

Para o cientista cognitivo Steven Pinker, a solução talvez seja manter a ciência e moralidade como dois reinos separados. "Creio que ciência e ética são dois sistemas isolados de que as mesmas entidades fazem uso, assim como pôquer e bridge são dois jogos diferentes que usam o mesmo baralho", escreve ele no livro Como a Mente Funciona. "O livre-arbítrio é uma idealização que torna possível o jogo da ética."

Continuariamos, assim, a viver no mundo descrito por Cássio em Júlio César. "Há momentos em que os homens são donos de seu fado", diz ele. Neurocientistas como Pinker estão prontos a concordar com isso - desde que se entenda o livre-arbítrio como uma ilusão necessária para o jogo das leis e da ética - e desde que se ponha o cérebro o lugar dos astros, como o grande condutor de nossos atos.



Emoção x Razão


Em seu recente livro Thinking, Fast and Slow (Pensando, rápido e devagar, com edição em português prevista para o segundo semestre de 2012), o ganhador do prêmio Nobel de economia de 2002, Daniel Kahneman, defende a tese de que grande parte das nossas decisões são puramente emocionais. Mesmo quando um pessoa acredita que está racionalizando, e que faz um determinado investimento baseado em dados, está, na verdade, agindo pela emoção.

Isso explica por que as pessoas criam empatia por um político apenas pela sua fisionomia ou porque professores tendem a dar melhores notas a alunos que já se destacam. Kahneman ainda discorre sobre a substituição do problema, mecanismo pelo qual criamos opiniões intuitivas sobre assuntos complexos. Quando alguém lhe pergunta, por exemplo: "Quanto você doaria para salvar uma espécie ameaçada?", a pergunta que você responde é "Quão emotivo eu fico quando penso em golfinhos ameaçados?"

Logo abaixo estão dois testes propostos por Kahneman. Segundo a tese do Nobel, a tendência é que você responda às perguntas motivado pela intuição e pelos estereótipos — deixando de lado a pura racionalidade.

1) Linda é uma mulher de 31 anos, solteira, e muito inteligente. Ela é graduada em filosofia. Enquanto estudante, ela se envolveu profundamente com assuntos como discriminação e injustiça social, e participou de demonstrações antinucleares. Qual a afirmativa correta?

a) Linda é caixa de banco
b) Linda é uma caixa de banco e participa ativamente do movimento feminista

Solução: Nas respostas de todos os grupos avaliados por Kahenaman, houve um consenso: quase 90% dos participantes colocaram a opção caixa de banco e feminista com altos índices de probabilidade. Mas a probabilidade de que Linda seja uma caixa feminista é menor do que a de ser apenas uma caixa de banco. Aqui, fica estabelecido um conflito entre a intuição de representatividade e a lógica de probabilidade. Pela lógica (e não a intuição e o estereótipo), Linda seria apenas uma caixa de banco.

2) Quantos encontros amorosos você teve mês passado?
a) 1 – 3
b) 3 – 5
c) 0

Numa escala de 1 a 5, o quão feliz você está se sentindo esses dias (sendo 5 o mais feliz)?
a) 1
b) 2
c) 3
d) 4
e) 5

Solução: Independente de como foi sua resposta, é bastante provável que a resposta à segunda pergunta esteja diretamente relacionada com a primeira. Se você teve poucos encontros, vai se sentir menos feliz – e vice-versa. Entretanto, quando as mesmas perguntas são feitas em ordens trocadas, a quantidade de encontros não influencia o quão feliz a pessoa se acha. Quando deparado com uma pergunta objetiva (quanto encontros teve no mês), seguida por outra subjetiva (felicidade), a resposta da primeira acaba por influenciar a segunda. Essa projeção é chamada de substituição.


Fonte: Veja: Ciencia.

“Seja como for, a grandiosa revolução humana de uma única pessoa irá um dia impulsionar a mudança total do destino de um país e, além disso, será capaz de transformar o destino de toda a humanidade.”
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ASPIRINA (27-10-2013), DrSpock (27-10-2013)
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26-10-2013, 06:56 PM
Resposta: #2
RE: Será que temos livre-arbitrio ?
a mente não está no cérebro, este é apenas o hardware
a mente é um software é poder aperfeiçoado, vários upgrades podem ser feitos

mas concordo que, enquanto a mente não é dominada, as pessoas são dominadas por ela e agem a partir de impulsos inconscientes

mas isso nada tem com o cérebro (ciencia e suas cienciazisses)
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ruicoelho (26-10-2013)
26-10-2013, 08:44 PM (Resposta editada pela última vez em: 26-10-2013 08:45 PM por ruicoelho.)
Resposta: #3
RE: Será que temos livre-arbitrio ?
(26-10-2013 06:56 PM)Comigo NOM não pode Escreveu:  (...)
... a mente não está no cérebro, este é apenas o hardware e
a mente é um software ...
(...)

Bom, sem querer desdizer esta comparação acrescento o seguinte: O software só por si só, nada produz, é puramente uma abstração. Mas, se juntarmos o software ao hardware, ai sim. Tanto fica operacional o software que até produz um ser inanimado que obedece aos nossos comandos. Daí concluir, eu, que a mente interage e faz parte integrante do mecanismo neurológico.

Já agora gostaria de saber a opinião do Amigo sobre a localização da mente humana. No híper-espaço? No coração? Em redor de nós? Seria bom ouvir sua opinião. Obrigado
.

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27-10-2013, 12:05 AM
Resposta: #4
RE: Será que temos livre-arbitrio ?
Nosso cérebro tem mecanismos automáticos de predição, como por exemplo o da visão, que já é comprovado que determinadas ilusões de ótica são resultado de uma tentativa automática e equivocada do cérebro de interpretar o que os olhos estão recebendo.

Mas acredito que sejam mecanismos que auxiliam e não que controlam
nosso eu.

Parando para analisar, seja pelo instinto, experiência de vida, lógica e vontade, quem escolhe qual destas linhas seguir quando se toma determinada decisão é o intelecto individual, o que pra mim é a manifestação do livre arbítrio. Que é a capacidade de analisar várias opções e escolher por uma. Um computador não é capaz de fazer isto por conta própria.

Considero 2 gemeos vivendo sobre a mesma condição, criação dos pais, ambiente, alimentação, tudo, eles deveriam tomar decisões identicas, visto que seus cérebros teriam material identico para trabalhar, mas não, em geral os pais sempre relatam comportamentos diferentes e cada um manifesta uma opinião.
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ruicoelho (27-10-2013)
Pasta de Dente sem Flúor Você Encontra na Tudo Saudável Produtos Naturais
27-10-2013, 02:06 PM
Resposta: #5
RE: Será que temos livre-arbitrio ?
Otimo tópico Rui, digo que mesmo que nao seja uma escolha consciente, pelo menos ainda é feita pela própria pessoa.
O ruim é quando alguém modifica sua decisão fazendo parecer que é inconsciente.
Mas se pensar bem, entao isso nao é livre arbitrio, e sim destino, seu cerebro já definiu o que vc vai fazer antes de vc decidir...
Mas me permita dizer que livre arbitrio é uma concepçao cultural, nao uma regra.
Concepçoes mudam completamente de acordo com a sociedade...
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ruicoelho (27-10-2013), Yan Drax (27-10-2013)
27-10-2013, 02:37 PM (Resposta editada pela última vez em: 27-10-2013 02:44 PM por ruicoelho.)
Resposta: #6
RE: Será que temos livre-arbitrio ?
(27-10-2013 12:05 AM)Yan Drax Escreveu:  (...)
Mas acredito que sejam mecanismos que auxiliam e não que controlam nosso eu.
(...)



O livre-arbítrio não existe


Você se interessou pelo tema desta reportagem e, por isso, resolveu dar uma lida. Certo? Errado! Muito antes de você tomar essa decisão, a sua mente já havia resolvido tudo sozinha – e sem lhe avisar. Uma experiência feita no Centro Bernstein de Neurociência Computacional, em Berlim, colocou em xeque o que costumamos chamar de livre-arbítrio: a capacidade que o homem tem de tomar decisões por conta própria. As escolhas que fazemos na vida são mesmo nossas. Mas não são conscientes. Voluntários foram colocados em frente a uma tela na qual era exibida uma seqüência aleatória de letras. Eles deveriam escolher uma letra e apertar um botão quando ela aparecesse. Simples, não? Acontece que, monitorando o cérebro dos voluntários via ressonância magnética, os cientistas chegaram a uma descoberta impressionante. Dez segundos antes de os voluntários resolverem apertar o botão, sinais elétricos correspondentes a essa decisão apareciam nos córtices frontopolar e medial, as regiões do cérebro que controlam a tomada de decisões. “Nos casos em que as pessoas podem tomar decisões em seu próprio ritmo e tempo, o cérebro parece decidir antes da consciência”, afirma o cientista John Dylan-Haynes. Isso porque a consciência é apenas uma “parte” do cérebro – e, como a experiência provou, outros processos cerebrais que tomam decisões antes dela. Agora os cientistas querem aumentar a complexidade do teste, para saber se, em situações mais complexas, o cérebro também manda nas pessoas. “Não se sabe em que grau isso se mantém para todos os tipos de escolha e de ação”, diz Haynes. “Ainda temos muito mais pesquisas para fazer.” Se o cérebro deles deixar, é claro.


A pessoa decide


O voluntário precisa tomar uma decisão bem simples: escolher uma letra. Enquanto ele faz isso, seu cérebro é monitorado pelos cientistas

1. Observa a tela...

O voluntário olha para uma seqüência de letras, que vai passando em ordem aleatória numa tela e muda a cada meio segundo.

2. Escolhe uma letra...

Na mesa, existem dois botões: um do lado esquerdo e outro do lado direito. O voluntário deve escolher uma letra – e, quando ela passar na tela, apertar um desses dois botões.

3. E aperta o botão.

Pronto. A experiência terminou. O voluntário diz aos pesquisadores qual foi a letra que escolheu e em que momento tomou a decisão.


Mas o cérebro já resolveu


Bem antes de a pessoa apertar o botão, ele toma as decisões sozinho

10 segundos antes

Os córtices medial e frontopolar, que controlam a tomada de decisões, já estão acesos – isso indica que o cérebro está escolhendo a letra.

5 segundos antes

Os córtices motores, que controlam os movimentos do corpo, estão ativos. Olhando a atividade deles, é possível prever se a pessoa vai apertar o botão direito ou o esquerdo.


E já é possível prever pensamentos


Além de provar que o livre-arbítrio não existe, a neurociência acaba de fazer outro enorme avanço: pesquisadores da Universidade Carnegie Mellon, nos EUA, construíram um computador capaz de ler pensamentos. Ou quase isso. Cada voluntário recebeu uma lista de palavras sobre as quais deveria pensar. Enquanto ele fazia isso, um computador analisava sua atividade cerebral (por meio de um aparelho de ressonância magnética). O software aprendeu a associar os termos aos padrões de atividade cerebral – e, depois de algum tempo, conseguia adivinhar em quais palavras as pessoas estavam pensando. O sistema ainda tem uma grande limitação – ele só consegue ler a mente de uma pessoa se ela estiver totalmente concentrada. O que nem sempre é fácil. “Às vezes, no meio da experiência, o estômago de um voluntário roncava, ele pensava ‘estou com fome’”, e isso embaralhava o computador, conta o cientista americano Tom Mitchell, responsável pelo estudo.

Fonte: Super Interessante, Setembro de 2008 por Salvador Nogueira

(27-10-2013 02:06 PM)DrSpock Escreveu:  (...)
Mas se pensar bem, entao isso nao é livre arbitrio, e sim destino, seu cerebro já definiu o que vc vai fazer antes de vc decidir...
Mas me permita dizer que livre arbitrio é uma concepçao cultural, nao uma regra.
(...)

É necessário enquadrar a palavra livre arbítrio no estudo que foi realizado. livre arbítrio que aqui significar que somos livres na escolha, pelos vistos, segundo o estudo, não somos. O nosso cérebro decide o que devemos fazer segundos antes, logo o nosso cérebro é superior ao nosso pensamento. Talvez possa adiantar que na realidade o pensamento, a mente e a consciência, são fruto da experiência que vamos adquirindo ao longo da nossa vida e, assim, talvez em função dessa experiência o nosso cérebro até decida segundo a nossa personalidade. Quanto a "destino, não sou partidário dessa teoria. Obrigado pela colaboração.

“Seja como for, a grandiosa revolução humana de uma única pessoa irá um dia impulsionar a mudança total do destino de um país e, além disso, será capaz de transformar o destino de toda a humanidade.”
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DrSpock (27-10-2013), Yan Drax (27-10-2013)
27-10-2013, 06:07 PM
Resposta: #7
RE: Será que temos livre-arbitrio ?
Não concordo que isto seja um avanço está mais para especulação, pois se trata de estudo especulativo e que tomam o resultado como causa, e se precipitam em concluir, na minha opinião equivocadamente.

Explico, se uma área do cérebro 'acende' na tela do monitor do cientista, não significa que ele (cérebro) esteja decidindo nada antecipadamente, na minha opinião isto se deve a um resultado natural do processamento cerebral, que foi motivado pela decisão livre da pessoa estudada.
Pois não há como os cientistas ou pseudo cientistas garantir que aquele sinal não seja parte do raciocínio 'pré decisão' que fazemos quando decidimos algo.

Ação de centro de desejo, lógica e memória entre outros podem ser ser registrados gráficamente pela tecnologia de ressonância, mas os cientistas estão longe de entender a fundo como é o complexo funcionamento de fato, atualmente se limitando a especulações muitas vezes absurdas.

Sem esquecer que de certa forma isto empobrece o valor do raciocínio humano e de sua liberdade, pois o indivíduo se entende como livre ser pensante. E abre porta para no futuro as máquinas sejam colocadas em pé de igualdade com o ser humano, pois hoje o que mais difere homem de máquina é a capacidade de ser livre para decidir a sua própria vida, sem a intervenção de ninguem, nem mesmo de um cérebro automatizado.

Tire isto do ser humano e ele fica empobrecido como uma máquina.
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CristalShip (28-10-2013), ruicoelho (27-10-2013)
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27-10-2013, 06:38 PM
Resposta: #8
RE: Será que temos livre-arbitrio ?
(27-10-2013 06:07 PM)Yan Drax Escreveu:  (...)
Ação de centro de desejo, lógica e memória entre outros podem ser ser registrados gráficamente pela tecnologia de ressonância, mas os cientistas estão longe de entender a fundo como é o complexo funcionamento de fato, atualmente se limitando a especulações muitas vezes absurdas.
(...)

Concordo parcialmente com a sua opinião, agora não podemos desconfiar dos resultados feitos por TEP, Tomografia por Emissão de Positrões. Esta técnica detecta eficazmente a zona cerebral onde existe uma actividade relevante. Ao que parece a zona em questão está mapeada como o centro de tomada de decisões.

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Yan Drax (27-10-2013)
28-10-2013, 12:28 AM
Resposta: #9
RE: Será que temos livre-arbitrio ?
(27-10-2013 02:37 PM)ruicoelho Escreveu:  
O livre-arbítrio não existe


Você se interessou pelo tema desta reportagem e, por isso, resolveu dar uma lida. Certo? Errado! Muito antes de você tomar essa decisão, a sua mente já havia resolvido tudo sozinha – e sem lhe avisar.

Mas o que sou eu senão minha mente? Eu vejo mente/consciência/cérebro como um só.
(filosofias, religiões a parte - não venho aqui a entrar neste tema)

Concordo com o @Yan Drax
Citar:Explico, se uma área do cérebro 'acende' na tela do monitor do cientista, não significa que ele (cérebro) esteja decidindo nada antecipadamente, na minha opinião isto se deve a um resultado natural do processamento cerebral, que foi motivado pela decisão livre da pessoa estudada.

Então os estudos que nos apresentam são apertar botões, escolher letras, etc... E as decisões de que carreira seguir, casar ou não, ter filhos ou não (por exemplo)... são coisas que não se decidem num instante, num impulso elétrico no cérebro e é até mesmo inviável um cientista acompanhar a tomada de todas essas decisões e monitorar o cérebro durante as mesmas. Há todo um fluxo e uma influenciaria a outra, há toda uma história de fundo do ser humano, seu histórico, criação e educação. Pra mim não existe isso de o cérebro me comanda, "eu" sou o cérebro. Afinal, quando alguém tem morte cerebral, ela se foi, mesmo que todo o restante esteja intacto.
Não vejo como se houvesse um "eu" separado do cérebro, um "eu" que pense e mande o "cérebro" repassar a informação. (que no caso parece ser o que as teorias e estudos apresentados querem anular - não há o que desacreditar, nunca pensei assim) No entanto também não acredito num "eu" submisso ao cérebro.
Obviamente que diversos processos são automaticamente controlados pelo cérebro, como o funcionamento dos órgãos. Já pensou se precisássemos pensar em "digerir alimentos" ou "transferir o sangue de um lado para outro?" Processos essenciais a sobrevivência obviamente vão rodando no fundo (como aqueles processos que ficam no gerenciador de tarefas do computador, já que desejam nos comparar as máquinas - esquecem é que foram as máquinas que copiaram-nos, elas que se baseiam em nossa estrutura e ainda estão longe de se equiparar ao potencial do corpo humano)

Mas quem sou eu pra discutir com tantos testes, exames e tecnologias de pessoas tão qualificadas...(desculpe o sarcasmo) mas então não foram eles que decidiram começar tais estudos mas somente o cérebro deles? E não fui eu que decidi ler o extenso tópico, só meu cérebro e eu não podia dizer "não, esse texto é muito grande, tenho outras coisas a fazer"? Ou foi eu(cérebro/mente/consciência) + conhecimento e interesses coletados por uma vida toda que decidiram ler um estudo que seria novidade e possivelmente agregar mais conhecimento?
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DrSpock (28-10-2013), Fire Fox (28-10-2013), ruicoelho (28-10-2013), Yan Drax (29-10-2013)
28-10-2013, 08:10 PM
Resposta: #10
RE: Será que temos livre-arbitrio ?
Concordo. Como disse, no final então somos reféns de nosso cerebro...
mas se o cérebro é vc nao vejo problema...
Ele é seu piloto automático, seu guia, e quem define suas opcoes.
O problema é que existem doenças mentais, que te compele a causar danos a vc a aos outros, a nao resistir a vicios, a correr perigos por adrenalina.
Nao é tudo maravilhoso, mas nao deixa de ser vc.
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ruicoelho (28-10-2013)
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Regras Gerais do Forum Notícias Naturais
Última Resposta Por: alessandra macieira
Ontem 01:01 PM
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Pipoca de Sagu
Última Resposta Por: questaodebeleza
20-08-2017 05:57 AM
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Sagu é muito mais do que aquele doce tingido de vinho tinto
Última Resposta Por: Bruna T
19-08-2017 02:51 PM
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Sagu, a sobremesa que proporciona mais saúde e bem-estar
Última Resposta Por: Bruna T
19-08-2017 02:46 PM
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22 receitas de sagu que rendem uma sobremesa adorável
Última Resposta Por: Bruna T
19-08-2017 02:38 PM
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Tapioca: benefícios para a saúde, como fazer e receitas
Última Resposta Por: Bruna T
18-08-2017 08:54 PM
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Beirute de atum
Última Resposta Por: Bruna T
18-08-2017 07:23 PM
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Hambúrguer de grão-de-bico
Última Resposta Por: Bruna T
18-08-2017 07:17 PM
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Ovo enformado
Última Resposta Por: Bruna T
18-08-2017 07:14 PM
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Bolinho de cenoura
Última Resposta Por: Bruna T
18-08-2017 07:08 PM
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Pipoca de couve-flor
Última Resposta Por: Bruna T
18-08-2017 07:04 PM
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Pão de queijo leve (Lucilia Diniz)
Última Resposta Por: Bruna T
18-08-2017 06:55 PM
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Pão de queijo light
Última Resposta Por: Bruna T
18-08-2017 06:44 PM
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Luz Artificial para plantar orta em dentro de casa
Última Resposta Por: indiegarden
15-08-2017 07:24 PM
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Sucos Detox: Receitas de Sucos que Emagrecem
Última Resposta Por: MaiconM
14-08-2017 01:42 PM
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16 receitas que provam que o ovo pode salvar sua vida culinária
Última Resposta Por: Bruna T
12-08-2017 10:55 PM
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Emagrecedores vetados pela Anvisa e liberados pelo Congresso trazem riscos e dividem
Última Resposta Por: brunaep
11-08-2017 04:54 AM
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Torta de Liquidificador Integral
Última Resposta Por: João Casenn
09-08-2017 06:43 PM
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Danette Caseiro Diet
Última Resposta Por: maria_mavi
08-08-2017 02:18 AM
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Pão branco poderia ser tão bom para você quanto o integral
Última Resposta Por: Daia
02-08-2017 02:39 PM
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Última Resposta Por: Trovó Academy
27-07-2017 05:07 PM
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Bolinha de Queijo Low Carb - Sem glúten!
Última Resposta Por: maria_mavi
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Coxinha Fit de Batata Doce
Última Resposta Por: maria_mavi
26-07-2017 07:05 PM
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Óleo de coco faz tão mal à saúde quanto gordura animal e manteiga, dizem cientistas
Última Resposta Por: kahunanaturais
25-07-2017 02:53 PM
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Como nos fizeram acreditar que chocolate amargo é saudável
Última Resposta Por: henriquelhrf
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Estudo Inovador Revela que Extrato de Cúrcuma é Superior ao Prozac para a Depressão
Última Resposta Por: henriquelhrf
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[Sobrevivencialismo] Como se “desligar da rede” com pouco dinheiro
Última Resposta Por: brunorafa12
20-07-2017 05:20 PM
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10 hábitos de casais felizes
Última Resposta Por: claudinei12
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10 benefícios de fazer uma dieta com o uso de sucos detox.
Última Resposta Por: gugagmoraes
01-07-2017 09:57 AM
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10 fantásticos truques da maisena que você não conhecia
Última Resposta Por: Daia
28-06-2017 05:02 PM
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