10 grandes marcas que colaboraram e cresceram com o Nazismo
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10 grandes marcas que colaboraram e cresceram com o Nazismo
14-11-2013, 01:17 PM (Resposta editada pela última vez em: 14-11-2013 01:24 PM por Jeyjin.)
Resposta: #1
10 grandes marcas que colaboraram e cresceram com o Nazismo
"Por trás de toda grande fortuna há um crime." - Balzac


[Imagem: 1463132_457723371014006_1878492631_n.jpg]

1. KODAK

Durante a Segunda Guerra Mundial uma filial alemã da Kodak usou trabalhadores escravos vindos dos campos de concentração. Várias outros ramos europeus da Kodak fizeram alianças com o governo nazista. Wilhelm Keppler, um dos principais assessores econômicos de Hitler, tinha ligações profundas na Kodak. Quando o nazismo começou, Keppler aconselhou à Kodak e várias outras empresas norte-americanas a demitir todos os empregado judeus em troca de benefícios.

(http://goo.gl/RnM81c)

2. HUGO BOSS

Na década de 30, Hugo Boss começou a fazer uniformes nazistas. O motivo: o próprio Hugo Boss tinha aderido ao partido nazista e fechou um contrato para fazer uniformes da Juventude Hitlerista e da SS. Esse foi um ótimo negócio para Hugo Boss. Assinou um contrato apenas oito anos depois de fundar sua empresa e foi esse contrato que ajudou a levar a empresa a outro nível. A fabricação dos uniformes nazista teve tanto sucesso que Hugo Boss acabou tendo de trazer trabalhadores escravos da Polônia e da França para ajudar na fábrica.

(http://goo.gl/R2Xob4)

3. VOLKSWAGEN

Ferdinand Porsche, o homem por trás da Volkswagen e Porsche, reuniu-se com Hitler em 1934 para discutir a criação de um "carro do povo" (essa é a tradução em português de Volkswagen). Hitler disse Porsche fazer um carro com uma forma simplificada, "como um besouro". E esse foi o nascimento do Fusca/Beetle... Não só foi projetado para a guerra e os nazistas como o próprio Hitler o nomeou. Durante a Segunda Guerra Mundial, quatro a cada cinco trabalhadores em fábricas da Volkswagen eram trabalhadores escravos. Ferdinand Porsche ainda tinha conexão direta com Heinrich Himmler, um dos líders da SS para solicitar diretamente escravos de Auschwitz.

(http://goo.gl/YjokU)

4. BAYER

Durante o Holocausto, uma empresa alemã chamad IG Farben fabricava o gás Zyklon B usado nas câmaras de gás nazistas. Eles também financiaram e ajudaram as "experiências" - http://goo.gl/GJMjec - de Josef Mengele em prisioneiros de campo de concentração. IG Farben foi a empresa que teve os maiores lucros com os nazistas. Depois da guerra a empresa "quebrou" e reabriu com o nome de BAYER (Friedrich Bayer, o mesmo fundador da IG Farben). A Aspirina foi criada por um empregado da BAYER, Arthur Eichengrun. Mas Eichengrun era judeu e Bayer não quis admitir que um judeu havia criado um produto que mantinha sua empresa. Assim, até hoje, Bayer oficialmente deu os créditos a Felix Hoffman, um homem ariano, pela criação da Aspirina.

(http://goo.gl/RtJQeP)

5. SIEMENS

A SIEMENS levou trabalhadores escravos durante o holocausto e os forçou a construir as câmaras de gás que iriam matá-los, assim como suas famílias. SIEMENS é a única também que teve seu grande momento pós-Holocausto de qualquer outra dessa lista. Em 2001 eles tentaram registrar a marca "Zyklon" (ciclone em alemão) para tornar o nome de uma nova linha de produtos...incluindo uma linha de fornos a gás. Zyklon era o nome do gás venenoso usado nas câmaras de gás durante o Holocausto. Uma semana mais tarde, depois de muitos grupos se manifestarem contra a empresa, a SIEMENS retirou o pedido.

(http://goo.gl/WwIcP)

6. COCA-COLA

Mais especificamente a FANTA. A COCA-COLA jogou dos dois lados durante a Segunda Guerra. Eles apoiaram tanto as tropas americanas quanto as alemãs. Em 1941, a filial alemã da COCA-COLA ficou sem o xarope para produzir a bebida e não podiam adquiri-lo dos EUA devido as sanções do tempo de guerra. Contrataram trabalho escravo e desenvolveram uma nova bebida especificamente para os nazistas: Um refrigerante com sabor de frutas chamado FANTA. Durante muito tempo a FANTA foi associada a mulheres exóticas cantando um jingle nazista horrível e foi a bebida oficial da Alemanha nazista.

(http://goo.gl/5brxuo)

7. FORD

Henry Ford foi um grande lendário anti-semita. Ele era o mais famoso defensor estrangeiro de Hitler. Em seu 75º aniversário, em 1938, Ford recebeu uma medalha nazista, concebida para "estrangeiros ilustres". Ele lucrou de ambos os lados da guerra - produzia veículos para os nazistas e para os aliados.

(http://goo.gl/AVfRQN)

8. IBM

A IBM construiu máquinas personalizadas para os nazistas com quais eles podiam usar para controlar tudo, do fornecimento de petróleo, os horários dos trens em campos de morte até em controlar as contas bancárias de judeus vítimas do Holocausto. Em setembro de 1939 quando a Alemanha invadiu a Polônia, o New York Times informou que aproximadamente 3 milhões de judeus iam ser "imediatamente retirados" da Polônia e provavelmente seriam "exterminados". A reação da IBM? Um memorando interno disse que devido à "situação", eles teriam que aumentar a produção de equipamentos o mais rápido possível para os nazistas.

(http://goo.gl/DLLWOX)

9. BMW

A BMW admitiu que utilizou até 30.000 trabalhadores forçados durante a guerra. Estes prisioneiros de guerra, trabalhadores escravos e presos dos campos de concentração, produziram os motores para a Luftwaffe e foram obrigados a ajudar o regime defendendo daqueles que estavam tentando salvá-los. A BMW centrada unicamente nos aviões e motocicletas durante a guerra, não tinha outra pretensão a não ser a fornecedora da maquinaria de guerra dos nazistas.

(http://goo.gl/8Ai3Vl)

10. GENERAL ELECTRIC

Em 1946 a General Electric recebeu uma multa por parte do governo americano por suas nefastas atividades durante a guerra. Em colaboração com Krupp, uma empresa produtora alemã, General Electric de forma intencionada e artificial subiu o preço do Carbeto de tungstênio, um material de vital importância para os metais das máquinas e armas necessárias para a guerra, dificultando o esforço para ganhar a guerra e aumentando o custo para derrotar os nazistas. GE também comprou ações da Siemens antes que começasse a guerra, transformando em cúmplice do uso da mão de obra escrava para construir as mesmas câmaras de gás onde muitos dos trabalhadores afetados faleceram. Há quem diga que até hoje, o logo da GE leva uma suástica estilizada.

(http://goo.gl/HjuIzJ)

Outras empresas que colaboraram e cresceram com o nazismo:

Nestlé, Kellogg's, Puma, Adidas, Novartis, Allianz, ThyssenKrupp, entre outras grandes marcas que cultivamos hoje em dia.

Nota: O sistema que vemos (e vivemos) hoje foi moldado e constituído através de guerras forjadas por banqueiros (por isso as grandes marcas se mantiveram e até se beneficiaram com isso) com a intenção lucrar para assim unificar o mundo. Não deu certo através da força, por isso criaram a liga da nações, que hoje é a ONU.

É só analisarem tudo, que passa a fazer sentido.
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14-11-2013, 02:31 PM
Resposta: #2
RE: 10 grandes marcas que colaboraram e cresceram com o Nazismo
E nunca ouvimos falar disso na escola... Eu mesmo nem sabia disso, bom saber.
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Resposta: #3
RE: 10 grandes marcas que colaboraram e cresceram com o Nazismo
Interessante, principalmente a história da Fanta, não sabia dessa não.

- A morte não me assusta,o que assusta é a forma de morrer.
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Resposta: #4
RE: 10 grandes marcas que colaboraram e cresceram com o Nazismo
(14-11-2013 01:17 PM)Jeyjin Escreveu:  
"Por trás de toda grande fortuna há um crime." - Balzac


8. IBM

A IBM construiu máquinas personalizadas para os nazistas com quais eles podiam usar para controlar tudo, do fornecimento de petróleo, os horários dos trens em campos de morte até em controlar as contas bancárias de judeus vítimas do Holocausto. Em setembro de 1939 quando a Alemanha invadiu a Polônia, o New York Times informou que aproximadamente 3 milhões de judeus iam ser "imediatamente retirados" da Polônia e provavelmente seriam "exterminados". A reação da IBM? Um memorando interno disse que devido à "situação", eles teriam que aumentar a produção de equipamentos o mais rápido possível para os nazistas.

(http://goo.gl/DLLWOX)


A Tecnologia do Massacre

[Imagem: ibm_holocaust.jpg]

[Imagem: hollerith.jpg]


[Imagem: naz3.jpg]

As provas desta reportagem estão também no Museu do Holocausto em Washington

Washington, fevereiro de 2001. Um homem trabalha freneticamente no porão de sua casa, que também funciona como escritório. É um trabalho secreto. Uma denúncia contra uma poderosa empresa norte-americana. A denúncia envolve um ex-presidente dos Estados Unidos, que é o ídolo e herói para o povo americano.

Quem acusa é o jornalista e escritor Edwin Black, de 54 anos. Pelo chão, páginas e páginas de documentos, vindos de todas as partes do mundo. Inclusive do Brasil. Uma das poucas pessoas a ter acesso a eles é Liz Black – mulher de Edwin – que trabalha como assistente e arquivista dele.

Edwin está agitado. Quer corrigir o que considera um dos grandes erros da história. Crimes contra a humanidade que nunca foram punidos. Uma história que começa em qualquer rua da Europa, nos anos 30...

A chegada de um batalhão da SS... Sem cometer erros, os soldados separam os judeus. Sabem como encontrá-los. O sistema nazista não falha. Famílias inteiras são postas para fora de suas casas, lojas e sinagogas. Obrigados a marchar até uma estação de estrada de ferro. Empurrados para dentro de vagões de carga.

Os trens cruzam cidades, vilarejos, mas ninguém parece ver o que transportam. Nem para onde vão. Trens que nunca se atrasam. O sistema nazista não falha. Chegam ao destino na hora certa: Auschwitz, Bergen-Belsen, Treblinka...

A carga humana é dividida. Pais e filhos separados. Quem tem saúde de um lado, vão trabalhar nos campos de concentração. Do outro, velhos, crianças e doentes. São postos em fila e enviados para câmaras de gás. Outros, sob gritos dos soldados de “Schnell! Schnell! – rápido, rápido são obrigados a correr para valas fundas e fuzilados. O sistema nazista não falha.

Seis milhões de judeus foram mortos durante o holocausto. Foi uma destruição metódica, friamente elaborada e executada. Os nazistas sabiam exatamente onde encontrar cada judeu. Sabiam o nome, profissão, características físicas, onde trabalhavam, quantos eram os membros da família, quem eram os parentes, os amigos, os amigos dos parentes... COMO ISSO FOI POSSÍVEL?

[Imagem: naz2.jpg]

Em algumas partes da Europa os judeus viviam isolados. Hábitos, roupas, costumes, tudo era diferente naquelas comunidades. Aqueles judeus viraram presa fácil dos nazistas. Mas eram minoria: na França, Holanda, Áustria, Alemanha, a integração era completa. “Os judeus-alemães se consideravam antes de tudo alemães”, diz Edwin.

Muitos tinham se convertido ao Cristianismo, inúmeros eram católicos e protestantes há mais de duas gerações: “Um grande número de alemães não tinha a menor idéia de que corria sangue judeu em suas veias” O plano de Adolf Hitler era acabar com os judeus na Alemanha, na Europa, no mundo inteiro.

Mas para isso, era preciso identificar que era judeu e localizá-los. Informações que só um COMPUTADOR seria capaz de organizar com rapidez e eficiência. Mas em 1933, não havia computadores... “ Mas existia a IBM”, diz Edwin.

CARTÕES perfurados selaram o destino de 6.000.000 de judeus. Era o sistema Hollerith, criado e administrado pela IBM.

Edwin Black acusa: “FOI A UNIÃO DA IBM E HITLER QUE PERMITIU O HOLOCAUSTO. Os detalhes estão no livro: “A IBM e o Holocausto”, que se encontra nas livrarias de 40 países, inclusive no Brasil.

30/01/1933: Hitler tem o poder absoluto na Alemanha. Os nazistas marcham, vitoriosos. Aclamam o líder. Nos discursos, o “Fuhrer” deixa claro: quer o extermínio dos judeus. São 9.000.000 em toda a Europa. Hitler conseguiu identificar cada um deles.

6.000.000 foram mortos, graças a uma máquina que vinha direto da IBM em Nova Iorque, acusa Edwin Black. O jornalista e escritor afirma que o holocausto dependeu inteiramente da tecnologia da IBM. A IBM (norte-americana) produzia CARTÕES perfurados chamados hollerith no BRASIL.

O CARTÃO possui o NOME, o Nº da PESSOA e o CARIMBO: “registrado na fábrica Hollerith”.

A marca da fábrica é pequena, mas visível. Os cartões podiam ter de 20 a 80 colunas e 10 linhas, que podiam ser armados em diversas configurações. Intercalar colunas e linhas permitia dezenas e dezenas de combinações.

Cada perfuração correspondia a um número, um código. NOME, RAÇA, RELIGIÃO, CARACTERÍSTICAS FÍSICAS, RESIDÊNCIA, LOCAL DE TRABAHO, RELIGIÃO DOS PAIS, DOS AVÓS, DOS BISAVÓS. “Foi a IBM que inventou o censo racial”, ele diz”.

“Judeus eram número 8. O Campo de extermínio, Dachau era código 8.

[Imagem: naz1.jpg]

O CÓDIGO “6” significava “tramento especial”: extermínio, câmara de gás ou fuzilamento.

Edwin afirma que toda a administração, toda a contabilidade, e toda a eficiência do sistema alemão dependiam dos cartões perfurados.

Os cartões controlavam até o horário dos trens, a quantidade de pessoas que podiam ser colocadas, quanto combustível seria necessário para o comboio se movimentar numa velocidade específica e chegar ao campo de concentração na hora certa. “A IBM tinha a exclusividade na produção e comercialização tanto do cartão quanto da máquina”.

“A alemanha nazista era o segundo maior cliente da IBM, depois dos “Estados Unidos”, revela Edwin. A IBM sabia o que estava acontecendo na Alemanha? “É claro, todo mundo sabia. Por isso é que no livro eu cito o New York Times – principal jornal da cidade, onde ficava a sede da IBM – e não documentos do serviço secreto”, responde.

Muitas empresas americanas decidiram parar de negociar com a Alemanha nazista.

Thomas Watson, o então presidente da IBM, faz o contrário: investe um milhao de dólares no país de Hitler. Constrói uma fábrica para construir máquinas Hollerith.

Em uma foto, Watson aparece numa reunião com o ditador nazista. “Watson foi condecorado por Hitler, pelo apoio que deu ao Terceiro Reich”, diz Edwin.

Em 1941, a guerra devastava a Europa, Londres bombardeada, o exercito nazista avançando em todos os fronts, cometendo assassinatos em massa na União Soviética. O número de campos de concentração chega a 9.000. Nos Estados Unidos tudo é mostrado em cinemas, nos jornais. Mas a IBM continuava fazendo negócios com o Terceiro Reich, segundo Edwin.

Em seu livro, ele diz que o presidente da IBM tinha um aliado poderoso em Washington: o presidente dos EUA, Franklin Roosevelt”, a quem havia dado muito dinheiro para suas campanhas políticas. Além do presidente Roosevelt, outro forte aliado era o Secretário de Estado Cordell Hull. “O Departamento de Estado funcionou como menino de recados da IBM”, acusa. Edwin diz que houve vários casos e cita um que teria resultado em milhares de mortes: “...quando as máquinas Hollerith ficaram presas na alfândega, o encarregado de negócios na embaixada americana em Berlim pressionou intervindo. Estas máquinas foram liberadas e enviadas para a Romênia, para identificar os judeus que seriam enviados aos campos de concentração. “O governo Roosevelt foi sócio ativo e silencioso nos negócios da IBM”.

Que provas ele tem, para fazer essas acusações? “Reuni uma equipe de mais de 100 historiadores, voluntários e tradutores pesquisando em 50 arquivos de 7 países, na Europa e nos Estados Unidos”, ele responde.

No total mais de 50 mil documentos foram analisados.

No porão de sua casa, ele e a equipe chegaram a estudar 15 mil páginas por mês. Boa parte dos negócios entre a IBM e os nazistas, passava pelo Brasil. Edwim pede que os arquivistas e funcionários brasileiros encontrem esses documentos e que não permitam que sejam destruídos, mesmo que recebam ordens para isso.

Ele diz que não tem medo de ser processado pela IBM, que ainda há muito mais a ser descoberto. Se a IBM não tivesse negociado com o Terceiro Reich, quantas vidas teriam sido salvas? “Os planos de extermínio de Hitler teriam atrasado, pelo menos, 2 anos”, afirma.

Edwin fecha as acusações com dois exemplos. Na Holanda, onde foi usado o sistema da IBM, 73% dos judeus do país foram exterminados. Na França, onde o censo foi na base do papel e lápis, 23% foram eliminados.

O holocausto aconteceria, mesmo sem a IBM, mas o holocausto dos números terríveis e do extermínio em alta velociadade, esse foi resultado direto da tecnologia da IBM”.

Fonte: http://www.rainhamaria.com.br/estatico/cruz/iarles1.htm

IBM e o Holocausto

[Imagem: 51KJ1RVAW8L.jpg]

Introdução

Este livro será uma leitura extremamente desconfortável. Do mesmo modo como sua elaboração foi profundamente constrangedora, pois conta a história da participação consciente da IBM - diretamente e por meio de subsidiárias - no Holocausto, assim como do envolvimento da empresa na máquina de guerra nazista, que assassinou milhões de outras pessoas em toda a Europa.

A humanidade mal deu conta de quando surgiu discretamente o conceito de organização maciça da informação, para transformar-se em ferramenta de controle social, em arma de guerra e em manual de orientação para a destruição em massa. O único acontecimento catalisador foi a data mais fatídica do século passado, 30 de janeiro de 1933, dia em que Adolf Hitler chegou ao poder. Hitler e seu ódio aos judeus foi a força impulsora, cheia de ironia, que forçou esse ponto de inflexão intelectual. No entanto, a cruzada de Hitler foi vigorosamente ampliada e energizada pela engenhosidade e ambição pelo lucro de uma única empresa americana e de seu lendário e autocrático chairman. A empresa foi a International Business Machines, e o chairman foi Thomas J. Watson.

A obsessão do Führer pela destruição dos judeus não foi algo original. Antes dele, czares e tiranos nutriram o mesmo ódio. Mas, pela primeira vez na história, o anti-semitismo contava com os poderes da automação. Hitler não o fez sozinho. Teve ajuda.

No mundo de ponta-cabeça do Holocausto, profissionais de destaque eram as tropas de choque de Hitler. A polícia ignorava seus deveres, para proteger vilões e perseguir as vítimas. Juristas pervertiam conceitos de justiça para formular leis anti-semitas. Médicos conspurcavam a arte da medicina para perpetrar os mais pavorosos experimentos e até selecionavam os mais saudáveis para trabalhar até a morte - identificando os que, por uma questão de eficácia em relação ao relação ao custo, deveriam ser enviados para as câmaras de gás. Cientistas e engenheiros aviltavam as mais nobres vocações, concebendo instrumentos e explicações para a destruição. E estatísticos recorriam à sua disciplina ainda pouco conhecida, mas poderosa, para identificar as vítimas, projetar e racionalizar os benefícios da mortandade, organizar a perseguição e até mesmo auditar a eficiência do genocídio. E neste ponto entram em cena a IBM e suas subsidiárias no exterior.

Ofuscada e inebriada pelo turbilhão de seu próprio universo de perspectivas tecnológicas, a IBM deixou-se dominar por um mantra corporativo sobremodo amoral: se pode ser feito, deve ser feito. Para o tecnocrata cego, os meios eram mais importantes que os fins. A destruição do povo judeu tornava-se cada vez menos relevante, enquanto a fantástica rentabilidade da empresa potencializava ainda mais o efeito revigorante de suas proezas técnicas, numa época em que as filas para o pão se estendiam por todo o mundo.

E como tudo ocorreu?

Quando Hitler chegou ao poder, um dos objetivos centrais do nazismo era identificar e destruir os 600.000 judeus da Alemanha. Para os nazistas, judeus não eram apenas aqueles que praticavam o judaísmo, mas os de sangue judeu, qualquer que tivessem sido as assimilações, os casamentos interétnicos, o credo religioso e até mesmo a conversão ao cristianismo. Apenas depois da identificação dos judeus seria possível o confisco de bens, o confinamento em guetos, a deportação e, por fim, o extermínio. A pesquisa de sucessivas gerações de registros comunitários, paroquiais e governamentais por toda a Alemanha - e depois em toda a Europa - era uma tarefa tão monumental de indexação cruzada que demandava o auxílio de computadores. Mas, em 1933, ainda não existia computador.

Quando o Reich precisou montar uma campanha sistemática de destituição dos direitos econômicos dos judeus e, mais tarde, iniciou a transferência maciça dos judeus europeus de suas residências para os guetos, a tarefa era, mais uma vez, tão prodigiosa que também impunha a utilização de computadores. Mas, em 1933, ainda não existia computador.

Quando a Solução Final consistiu em transportar os judeus, com eficiência, dos guetos europeus até os campos de concentração, com base em planejamento tão exato que as vítimas fossem capazes de caminhar diretamente dos vagões de carga para as câmaras de gás já em prontidão, a logística era missão tão complexa que também requeria computador. Mas, em 1933, ainda não existia computador.

Contudo, havia outra invenção: o cartão perfurado e o sistema de classificação de cartões da IBM - tecnologia precursora do computador. A IBM, de início por meio de sua subsidiária alemã, converteu o programa hitlerista de destruição dos judeus em incumbência tecnológica executada pela empresa com sucesso horripilante. A IBM da Alemanha, usando seu próprio staff e equipamentos, projetou, produziu e forneceu a assistência técnica indispensável de que o Terceiro Reich de Hitler necessitava para realizar o que jamais fora feito antes - a automação da destruição humana. Mais de 2.000 desses conjuntos de máquinas foram distribuídos por toda a Alemanha e milhares de outros por toda a Europa dominada pela Alemanha. Operações de classificação de cartões foram implementadas em todos os campos de concentração. As pessoas eram transferidas de um para outro lugar, trabalhavam exaustivamente até a morte e seus restos eram catalogados com exatidão gélida.

A IBM da Alemanha, conhecida naqueles dias como Deutsche Hollerith Maschinen Gesellschaft, ou Dehomag, não se limitava a vender as máquinas ao Reich, afastando-se em seguida. A subsidiária da IBM, com o conhecimento da sede, em Nova York, personalizou com entusiasmo os complexos dispositivos e especializou as aplicações, como projeto oficial de toda a corporação. A alta administração da Dehomag era composta de nazistas ostensivamente fanáticos, que foram presos depois da guerra pela filiação ao partido. A IBM de Nova York sempre compreendeu - desde o início, em 1933 - que estava cortejando o escalão superior do Partido Nazista e com ele fazendo negócios. A empresa tirou proveito de suas conexões com o Partido Nazista para ampliar continuamente suas relações de negócios com o Reich de Hitler, não só na Alemanha, como em toda a Europa sob o jugo nazista.

A Dehomag e outras subsidiárias da IBM personalizavam as aplicações. Protótipos de cartões perfurados circulavam ida e volta entre os oficiais do Reich e os técnicos das empresas, até que as colunas de dados fossem aceitas, do mesmo modo como hoje ocorre com qualquer projeto de software. As máquinas não eram vendidas, mas alugadas, sujeitas a manutenção e atualização constante apenas por uma fonte: a IBM. As subsidiárias da IBM treinaram oficiais nazistas e seus prepostos em toda a Europa; instalaram escritórios regionais e representações locais em todo o continente sob domínio nazista, cujo provimento de pessoal era assegurado por um fluxo constante e itinerante de empregados da IBM; e esvaziavam fábricas de papel para a produção de 1,2 bilhões de cartões perfurados por ano, apenas na Alemanha.

Fui sobressaltado por uma indagação cuja resposta de há muito se esquiva dos historiadores. Os alemães sempre dispuseram de listas de nomes judeus. De repente, um mal-encarado esquadrão da SS irrompe na praça da cidade e afixa um aviso exigindo que as pessoas constantes da lista se apresentem no dia seguinte na estação ferroviária, a fim de serem deportadas para o Oriente. Mas como será que os nazistas conseguiram aquelas listas? Durante décadas ninguém soube. Poucos formularam a pergunta.

Resposta: as operações censitárias da IBM da Alemanha e outras tecnologias avançadas de contagem e cadastramento de pessoas. A IBM foi fundada em 1898, pelo inventor alemão Herman Hollerith, como empresa de tabulação de recenseamentos. Seu negócio era recenseamento. Mas quando a IBM da Alemanha constituiu sua aliança filosófica e tecnológica com os nazistas, as operações de recenseamento e registro assumiram nova missão. A IBM da Alemanha inventou o recenseamento racial - listando não apenas filiações religiosas, mas linhagens étnicas que remontavam a gerações. Nisso consistia a concupiscência de dados dos nazistas. Não apenas contar os judeus - mas também identificá-los.

O registro de pessoas e bens era apenas um dos muitos usos que a Alemanha Nazista descobriu para os programas de classificação de dados de alta velocidade. A distribuição de alimentos era planejada com base nos bancos de dados, de modo a matar de fome os judeus. A mão-de-obra escrava era identificada, rastreada e gerenciada principalmente por meio de cartões perfurados. A tecnologia contribuía até para que os trens circulassem com pontualidade e para a exata catalogação da carga humana. A rede ferroviária alemã, a Reichsbahn, maior cliente da Dehomag, tratava diretamente com a alta administração em Berlim. A Dehomag mantinha instalações de cartão perfurado nos depósitos ferroviários em toda a Alemanha e, por fim, em toda a Europa.

Quanto de tudo isso era do conhecimento da IBM? A empresa recebeu informações diárias sobre parte desses fatos durante os doze anos de existência do Reich. A IBM optou por não saber do pior - "não pergunte, não diga", era a ordem do dia. Decerto, a dinâmica e o contexto da parceria da IBM com a Alemanha Nazista mudou durante os 12 anos de existência do Reich. Gostaria que toda a história fosse compreendida no respectivo contexto. A leitura desordenada do livro redundará apenas em conclusões falhas e errôneas. Portanto, se alguém tiver a intenção de ler o livro de maneira superficial e aleatória ou deter-se somente em determinadas partes, é melhor desistir de qualquer leitura. Quem acreditar que de algum modo o Holocausto não teria ocorrido sem a IBM está redondamente enganado. O Holocausto teria prosseguido - e muitas vezes foi adiante - apenas com munição, marchas fúnebres e massacres resultantes de perseguições movidas a lápis e papel. Mas há razões para examinar os números fantásticos atingidos por Hitler na matança de tantos milhões de seres humanos, com tanta rapidez, e analisar o papel crucial da automação e da tecnologia no genocídio. A prestação de contas é imprescindível.

Que fatores me induziram a buscar respostas para as perguntas não formuladas sobre a IBM e o Holocausto? Defrontei-me com a realidade do envolvimento da IBM num dia de 1993, em Washington, no Museu do Holocausto dos Estados Unidos. Lá, logo na primeira exposição, uma máquina IBM Hollerith D-11, de classificação de cartões - apinhada de circuitos, escaninhos e fios - ocupava lugar destaque. Afixada de maneira bem visível no painel frontal da máquina, fulgurava uma placa com o nome IBM. Depois disso, ela foi substituída por outra máquina IBM de menor porte, pois muitas pessoas se juntavam em torno dela, criando um ponto de retenção. A mostra ia pouco além da explicação de que a IBM foi responsável pela organização do recenseamento de 1933, o primeiro a identificar os judeus. Ainda me lembro da ocasião, quando mantive o olhar fixo na máquina durante uma hora. Virei-me então para minha mãe e meu pai, que estavam comigo no museu, e prometi que descobriria mais fatos.

Meus pais são sobreviventes do Holocausto, depois de arrancados de nossa casa, na Polônia. Minha mãe fugiu de um vagão de carga na ida para Treblinka, foi baleada e em seguida enterrada numa cova rasa coletiva. Meu pai conseguiu fugir de uma fila de judeus e descobriu as pernas de minha projetando-se na neve. Sob o luar e como ato de pura coragem, os dois fugitivos sobreviveram ao frio, à fome e ao Reich. Ao meu lado, cinco décadas depois, a imagem de ambos refletida no vidro dos mostruários, com estilhaços e fragmentos de bala incrustados para sempre em seus corpos, meus pais apenas expressavam perplexidade.

Mas eu tinha outras perguntas. Os nazistas sabiam o nome de meus pais. Como?
Qual era a relação dessa máquina cintilante, pintada de preto, bege e prata, aboletada naquele museu discretamente iluminado, com os milhões de judeus e outros europeus assassinados - massacre que não ocorreu em caóticas frações de segundo, da maneira como pereceram tantas vítimas da guerra, mas como resultado de uma campanha hedionda e altamente organizada de humilhação, desumanização e, finalmente, extermínio em massa, que se prolongou durante 12 anos.

Durante anos após aquela descoberta acidental, fui assediado pela constatação de que a IBM de alguma forma se envolvera no Holocausto, dele participando com algum tipo de contribuição tecnológica, cujas peças ainda não haviam sido reunidas. Os fragmentos se espalhavam por todos os lugares, mas era preciso interligá-los.

Ciente de que a International Business Machines sempre intitulara-se provedora de "soluções", compreendi que a IBM não se limitava a esperar chamadas de clientes governamentais. A empresa acumulou fortuna e fama exatamente por antecipar-se às necessidades dos setores público e privado, até mesmo antes de serem detectadas, e então oferecer, projetar e fornecer soluções personalizadas - mesmo que precise executar as soluções tecnológicas com seu próprio pessoal e equipamentos. A IBM tem agido assim com inúmeras órgãos governamentais, gigantes empresariais e associações industriais.

Durante anos, prometi a mim mesmo que um dia responderia à seguinte indagação: quantas soluções a IBM forneceu à Alemanha Nazista? Conhecia a primeira solução: o recenseamento. Até que ponto prosseguiram essas soluções?

Em 1998, iniciei a busca obsessiva por respostas. Avançando sem o financiamento de fundações, sem o patrocínio de qualquer organização, sem os dólares de editoras, parti para o recrutamento de uma equipe de pesquisadores, estagiários, tradutores e assistentes, tudo por conta própria.

Em breve, desenvolvia-se uma rede por todos os Estados Unidos, assim como na Alemanha, Israel, Inglaterra, Holanda, Polônia e França. Com o tempo, a rede continuou a se ampliar. Sobreviventes do Holocausto, filhos de sobreviventes, refugiados, e estudiosos sem ligações com o Holocausto - além de pesquisadores profissionais, destacados arquivistas e historiadores, e até antigos investigadores do Tribunal de Nuremberg - todos iniciaram a procura de documentos.

A equipe era composta principalmente de voluntários. Todos se comprometiam com a confidencialidade. Todos se chocavam e se entristeciam com as implicações do projeto e demonstravam forte motivação. Alguns afirmaram que não conseguiram dormir durante alguns dias, depois de tomarem conhecimento da conexão. Muitas vezes fui encorajado por suas palavras de estímulo.

No final, reuni mais de 20.000 páginas de documentação extraída de 50 arquivos, coleções de manuscritos, bibliotecas de museus e outros repositórios. No processo, tive acesso a milhares de papéis do Departamento de Estado, do antigo Office of Strategic Services e outras fontes que no passado foram consideradas confidenciais. Outros documentos obscuros de origem européia até então nunca haviam sido traduzidos ou relacionados com pesquisas semelhantes. Todos foram organizados em meu próprio arquivo central, com identificação da procedência original.

Nenhum dos 20.000 documentos era carta marcada. Os papéis eram muito mais complexos. Isoladamente, nada revelavam sobre a história. Na verdade, a maioria era profundamente enganadora como pistas solitárias. O verdadeiro significado só emergia quando eram justapostos a vários outros documentos correlatos, muitas vezes de fontes totalmente díspares.

Estudava e analisava certos documentos durante meses, até que seu significado finalmente se tornava claro, por meio do confronto com novos papéis. Por exemplo, encontrei uma referência da IBM à acumulação de "pontos". Finalmente, descobri que "pontos" significava cumprimento de quotas de vendas para inclusão no Clube Cem Por Cento da IBM. A empresa estabelecia quotas de vendas para todas as subsidiárias, durante a era de Hitler.

Na mais verdadeira acepção do termo, a história da IBM e do Holocausto foi estilhaçada em milhares de fragmentos. Apenas reunindo todas a peças consegui compor uma imagem panorâmica que me permitiu visualizar os verdadeiros acontecimentos. Esse relato comprovado é reapresentado neste livro.

Em minha busca, recebi extraordinária cooperação de numerosas fontes privadas, públicas e governamentais em todos os países. Lamentavelmente, a única recusa foi da própria IBM, que rechaçou qualquer pedido de acesso a documentos e de entrevistas pessoais. Eu não estava sozinho. Desde a Segunda Guerra Mundial, a empresa recusou-se inflexivelmente a colaborar com autores estranhos à empresa. Praticamente todos os livros recentes sobre a IBM, escritos por conceituados historiadores de negócios ou por ex-empregados da empresa, contêm referências à recusa da organização em cooperar com os respectivos autores. Finalmente, consegui acesso propício. Centenas de documentos da IBM foram colocados à minha disposição. Li-os todos. Por trás de cada nota de rodapé existe uma pasta de arquivo com toda a documentação em cópia impressa (papel, filme ou outro meio permanente) para a qualquer momento confirmar todas as afirmações do livro.
Ao reconstituir os fatos, orientei-me em cada página por dois princípios: contexto e conseqüências. Por exemplo, embora tivesse acesso a grande quantidade de informações diplomáticas e de serviços de inteligência, tive o cuidado de concentrar-me no que era de conhecimento público, por meio da mídia, a respeito de atrocidades e práticas anti-semitas na Europa. Assim, os leitores perceberão que recorri numerosas vezes aos artigos de The New York Times. Cito o Times não porque fosse o principal jornal da América, mas porque os executivos da IBM, inclusive Thomas Watson, estavam sediados em Nova York. Se estivessem em Chicago, teria preferido o Chicago Tribune. Se morassem em Cleveland, teria optado pelo Cleveland Plain Dealer.

Os leitores também observarão que freqüentemente optei por reproduzir as palavras exatas das próprias fontes, em telegramas, cartas e transcrições de telefonemas. Assim, os leitores julgarão por si próprios exatamente o que foi dito no contexto.

Com poucas exceções (ver Bibliografia), a literatura sobre o Holocausto praticamente não menciona as máquinas Hollerith - não obstante a posição de destaque do equipamento no Museu do Holocausto dos Estados Unidos. Os historiadores não devem ficar na defensiva em virtude da ausência em seus trabalhos até mesmo de referências a tais fatos. Os documentos públicos estavam todos em seus lugares, mas existem literalmente milhões de estantes e páginas de documentos sobre o Holocausto nos principais arquivos do mundo. Boa parte desse material jamais foi pesquisado, muitos não estavam disponíveis e alguns se baseiam em cronologias falsas ou parecem tratar apenas de detalhes de negócios.

Além da obscuridade dos documentos, tal investigação exigia conhecimentos específicos sobre a história do Holocausto antes e depois do começo da guerra, sobre a história da mecanização da Revolução Pós-Industrial, sobre a história da tecnologia e, mais especificamente, sobre o arcaico sistema de cartões perfurados.

Tive a felicidade de dispor de bons conhecimentos sobre economia do Reich e sobre comércio multinacional, em razão de meu livro anterior, The Transfer Agreement, além de antecedentes na indústria de computadores e anos de experiência como jornalista investigador, especializado em má conduta corporativa. Dediquei-me a este projeto como caso típico, embora grandioso, de comportamento empresarial, com uma grande diferença: a conduta em questão afetou a vida e a morte de milhões de pessoas.

A constituição de meu grupo de revisores especializados, antes da publicação, também foi em si um processo difícil. Procurava não apenas importantes historiadores do holocausto, mas também especialistas em nichos mais restritos, como França de Vichy, Romênia, recenseamento e perseguição.

A mudança de perspectiva talvez tenha sido a principal razão pela qual as relações entre a IBM e o Holocausto jamais foram exploradas. Quando escrevi The Transfer Agreement, em 1984, ninguém queria concentrar-se em ativos. Hoje, todos falam em ativos. A formação da maioria dos acadêmicos dedicados ao Holocausto foi anterior à era do computador, e bem anterior à era da Informação. Atualmente, todos compreendem a maneira como a tecnologia pode ser utilizada em assuntos de guerra e paz. Agora, temos condições de retroceder e analisar a mesma documentação sob nova ótica.

Muitos de nós ficamos fascinados pela era da computação e pela era da informação. Sou uma dessas pessoas. Mas hoje estou dominado por uma nova percepção que, para mim, filho de sobreviventes do Holocausto, significa toda uma nova consciência. Chamo-a de Era da Compreensão, à medida que olhamos para trás e observamos a onda da tecnologia. A não ser que compreendamos como os nazistas adquiriram os nomes dos judeus, novas listas serão compostas, contra outras pessoas.

A história da IBM e o Holocausto é apenas o começo. Poderia ter escrito 20 livros com os documentos que descobri, um para cada país da Europa. Estimo que haja outros 100.000 documentos espalhados em porões e arquivos corporativos em todos os Estados Unidos e na Europa. Os arquivistas das empresas devem atentar para o seguinte: esses documentos estão relacionados com um crime e não devem ser transferidos, adulterados ou destruídos. É preciso que sejam remetidos para instituições arquivísticas apropriadas, capazes de colocá-los imediatamente à disposição de acadêmicos e de promotores em crimes de guerra, de modo a assegurar a continuidade do processo de responsabilização.

Apenas mediante a exposição e análise do que realmente ocorreu, o mundo da tecnologia finalmente terá condições de professar o mote bem conhecido: Nunca Mais.

Edwin Black
Washington DC
Outubro de 2000.


Fonte: http://veja.abril.com.br/idade/estacao/v...o_ibm.html

Existem duas guerras sendo travadas: Uma física contra pessoas inocentes, e uma mais sutil... por sua mente. Enquanto o sistema for capaz de te convencer que as falsas notícias são verdadeiras, pessoas inocentes continuarão sendo mortas.
Se não podemos parar a carnificina das guerras físicas, é nosso dever vencer a guerra pelas nossas próprias mentes.
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14-11-2013, 03:37 PM
Resposta: #5
RE: 10 grandes marcas que colaboraram e cresceram com o Nazismo
(14-11-2013 02:31 PM)HUNK Escreveu:  E nunca ouvimos falar disso na escola... Eu mesmo nem sabia disso, bom saber.

De fato amigo; até porque a 'educação' hoje possui propósitos de desinformação.

Ensinam somente o que acham conveniente, com a intenção da manutenção do sistema por eles proposto.
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14-11-2013, 06:57 PM (Resposta editada pela última vez em: 14-11-2013 07:15 PM por Campanário.)
Resposta: #6
RE: 10 grandes marcas que colaboraram e cresceram com o Nazismo
@Spectro não vou questionar a participação da IBM no holocausto... mas esse número de 60000000 de judeus mortos, bem como a utilização das câmaras de gás em assassinatos em massa de judeus é uma "verdade" muito questionável, e já foi assunto de tópico

Revisionismo Histórico : Quantos judeus morreram no Holocausto?

Holocausto : A grande Mentira?

Emancipate yourselves from mental slavery
None but ourselves can free our minds (Redemption Song - Bob Marley)
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14-11-2013, 07:09 PM
Resposta: #7
RE: 10 grandes marcas que colaboraram e cresceram com o Nazismo
Conheço algumas dessas histórias.
Mas de um modo um pouco diferente. A história da Volks Wagen da BMW.
Não estou querendo diminuir a importância de se saber essas coisas, mas, acho que a "coisa" está um pouco de mais para uma propaganda estranha.
Com calma vou procurar mais sobre o assunto.

"Não me interessa nenhuma religião cujos princípios não melhoram nem tomam em consideração as condições dos animais".
~Abraham Lincoln
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14-11-2013, 07:29 PM
Resposta: #8
RE: 10 grandes marcas que colaboraram e cresceram com o Nazismo
A revolução bolshevique também foi financiada por dinheiro alheio. Essas e outras coisas estão provadas por Anthony Sutton no livro "o melhor inimigo que o dinheiro pode comprar" que é o resumo de 3 obras do mesmo autor. Se alguém quiser o livro em pdf/inglês ou até as 3 obras do indivíduo que mande mensagem privada.

>>A continuidade da democracia só é viável se houver um combate sem tréguas contra toda a penetração ideológica que a pretenda destruir.

.Não é engraçado quando de acordo com o conteúdo da frase, uma cor atribuída a um conjunto de palavras-chave consegue transmitir quem é o sujeito colectivo de uma forma subliminar?
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Resposta: #9
RE: 10 grandes marcas que colaboraram e cresceram com o Nazismo
(14-11-2013 07:09 PM)Urtiga Escreveu:  Conheço algumas dessas histórias.
Mas de um modo um pouco diferente. A história da Volks Wagen da BMW.
Não estou querendo diminuir a importância de se saber essas coisas, mas, acho que a "coisa" está um pouco de mais para uma propaganda estranha.
Com calma vou procurar mais sobre o assunto.

Como assim amigo, propaganda estranha?

Talvez haja sim um "exagero" em parte de número de mortes ou coisa assim, mas todas histórias possuem sim coerência (infelizmente)...

Só dar uma pesquisada a fundo e começa a notar as ligações...
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LIRMC ...8 (14-11-2013), Urtiga (14-11-2013)
14-11-2013, 09:08 PM
Resposta: #10
RE: 10 grandes marcas que colaboraram e cresceram com o Nazismo
(14-11-2013 07:33 PM)Jeyjin Escreveu:  
(14-11-2013 07:09 PM)Urtiga Escreveu:  Conheço algumas dessas histórias.
Mas de um modo um pouco diferente. A história da Volks Wagen da BMW.
Não estou querendo diminuir a importância de se saber essas coisas, mas, acho que a "coisa" está um pouco de mais para uma propaganda estranha.
Com calma vou procurar mais sobre o assunto.

Como assim amigo, propaganda estranha?

Talvez haja sim um "exagero" em parte de número de mortes ou coisa assim, mas todas histórias possuem sim coerência (infelizmente)...

Só dar uma pesquisada a fundo e começa a notar as ligações...

Propaganda "estranha", história "estranha", acho sim em tudo que é contado pelos vencedores.
O povo "escolhido" domina todos os meios de comunicação, então, fica fácil aumentar a propaganda em favor deles.
Como falei; vou pesquisar.

"Não me interessa nenhuma religião cujos princípios não melhoram nem tomam em consideração as condições dos animais".
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Hubble (18-11-2013), LIRMC ...8 (14-11-2013)
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